Sua produção se concentra principalmente na pintura.
Kwaku Ananse Kintê, nome artístico de Andresso Agostine, é artista visual brasileiro e autodidata, nascido e criado no Morro do Turano, no Rio de Janeiro, e vive e trabalha na Baixada Fluminense.

2026 · Acrílica sobre tela
Kwaku Ananse Kintê é artista visual autodidata.
Sua produção se concentra principalmente na pintura.
Foi aluno bolsista da Escola de Artes Visuais do Parque Lage no curso “Questões Prático-Teóricas da Pintura na Contemporaneidade”.
Obras selecionadas.
Pintura e pesquisa.
Uma seleção de pinturas e projetos que apresentam diferentes momentos da pesquisa do artista. Cada obra pode ser acessada com ficha técnica e contexto.

Exposições.
Seleção de exposições, feiras e projetos que integram a trajetória de Kwaku Ananse Kintê.
Kwaku
Ananse Kintê.
Kwaku Ananse Kintê, nome artístico de Andresso Agostine, é artista visual brasileiro e independente. Nascido e criado no Morro do Turano, no Rio de Janeiro, vive e trabalha na Baixada Fluminense. Sua trajetória nas artes visuais começou em 2020, tendo a pintura como principal linguagem.
Seu trabalho aborda questões ligadas à experiência negra no Brasil, à identidade, à cultura, à representação e às relações de poder que permanecem no presente. A produção também estabelece relações com referências africanas e afro-brasileiras a partir de uma perspectiva contemporânea.
A figura negra ocupa posição central em sua produção. Pela pintura, o artista amplia possibilidades de representação e afirma individualidade, presença e complexidade, sem reduzir pessoas negras a estereótipos ou a uma visão única sobre negritude.
Sua prática permanece voltada para questões raciais, culturais e sociais, com atenção às formas pelas quais pessoas negras são vistas, representadas e inseridas socialmente.
Foi aluno bolsista da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no curso “Questões Prático-Teóricas da Pintura na Contemporaneidade”, conduzido por Bruno Miguel e Luiz Ernesto.
Ao longo de sua trajetória, participou de exposições individuais e coletivas em instituições, galerias, espaços independentes e feiras de arte no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Vitória, incluindo o Museu de Arte do Rio — MAR.
Trajetória e prática
A pintura permanece como principal linguagem de Kwaku Ananse Kintê e como espaço para desenvolver questões raciais, culturais e sociais ligadas à experiência negra no Brasil.
A relação com referências africanas e afro-brasileiras aparece de forma contemporânea e conectada à realidade que o artista observa. O foco está nas questões que seguem atuando no presente e nas possibilidades de representação de pessoas negras dentro da arte brasileira.
Sua produção acompanha uma trajetória de exposições, projetos e diálogos com diferentes contextos da arte contemporânea, mantendo uma abordagem direta sobre identidade, representação e relações de poder.
Obras, projetos
e convites.
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